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26 maio

Greenwashing: entenda o que é e descubra como não cair na cilada

greenwashing

O aquecimento global e as mudanças climáticas já fazem parte da vida cotidiana de todo mundo. Para lidar com o problema, empresas de diferentes áreas têm buscado soluções com o objetivo de tornar o consumo mais sustentável. Mas será que podemos sempre confiar nesses discursos? Não por acaso, o termo Greenwashing surgiu para explicar um problema que alia marketing à ideia de consumo sustentável. Abaixo, te contamos tudo o que você precisa saber para não cair na cilada do Greenwashing!

 

Qual a definição de Greenwashing?

O termo Greenwashing é um anglicismo que surgiu da combinação de duas palavras: Greenwashing é uma técnica de marketing que denomina a apropriação de um discurso sustentável por empresas para que um produto ou serviço pareça mais eco-friendly do que ele realmente é

 

O termo Greenwashing foi criado pelo ambientalista Jay Westerveld em 1986, quando a maioria dos consumidores recebia notícias por meio da televisão, rádio e mídia impressa. A combinação de acesso público limitado à informação e a falta de controle sobre comerciais e propagandas permitiu que as empresas se apresentassem como guardiãs ambientais, mesmo quando, na verdade, estavam engajadas em práticas prejudiciais ao meio ambiente. 

 

Com a chegada da internet e o fácil acesso à informação, ficou mais fácil verificar se empresas e produtos são, de fato, o que prometem em propagandas e comerciais. O Greenwashing pode ser praticado por empresas privadas ou públicas, organizações não governamentais e até por governos.

 

Por que Greenwashing é um problema?

O Greenwashing é problemático porque distrai o consumidor de iniciativas ambientais verdadeiramente relevantes. Essa distração dificulta a busca por soluções realmente eficientes para os problemas ambientais.

 

Exemplos de Greenwashing

O Greenwashing pode aparecer de diferentes maneiras em rótulos e propagandas de produtos. Algumas delas são dizer que um produto é sustentável por associação (quando o produto tem, por exemplo, um rótulo da cor verde ou ilustrações com referências à natureza); usar termos que não tem definição clara do que significam (como incluir no rótulo os termos “eco-friendly” e “sustentável”); alegações não comprovadas (como dizer que um produto é “natural”, mas sem explicar como o termo se aplica na fórmula). 

 

Como não cair no Greenwashing?

Para evitar cair na cilada do Greenwashing, procure por elementos que demonstrem que a preocupação com o meio ambiente é, de fato, verdadeira. Alguns órgãos internacionais garantem a procedência da matéria prima, como o selo Ecocert. Identificar o selo cruelty free na embalagem de um produto é outra ótima maneira de garantir o consumo de cosméticos que não contêm fórmulas testadas em animais. 

 

Também é importante entender qual a diferença entre cosméticos veganos, naturais, orgânicos e cruelty free – e, assim, escolher os cosméticos que atendam suas necessidades no dia a dia. A simples análise da embalagem antes da compra já é um grande passo para ter hábitos de beleza mais sustentáveis.

 

Quer uma boa notícia? Todos os produtos Vizcaya são livres de crueldade animal. As linhas Byos e Botanique vão além e tem fórmulas veganas. Você ainda poderá encontrar ingredientes naturais e orgânicos certificados na linha Byos, de Vizcaya.